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PUBLICAÇÃO DO MME APRESENTA DADOS DEMOGRÁFICOS E ECONÔMICOS PARA PROJEÇÕES DE OFERTA E DEMANDA

PRIMEIRO CADERNO DO PDE É LANÇADO PELO MME E EPE

Primeiro caderno do Plano Decenal de Energia é lançado pelo MME

Foi lançado no dia 10 de junho o PDE 2031 (Plano Decenal de Energia): Premissas Econômicas e Demográficas. A publicação do Ministério de Minas e Energia (MME) e a Empresa de Pesquisa Energética traz os panoramas de acordo com cenários de referência. O PDE 2031 pode ser acessado no site do Ministério de Minas e Energia.

Baseados nas principais variáveis macroeconômicas e nas dinâmicas dos setores econômicos, além da evolução da população e dos domicílios brasileiros, os estudos analisam as evoluções esperadas para o período de dez anos.

A pandemia de COVID-19 é considerada nas premissas gerais, em que se encontram as partes relativas à conjuntura e a incertezas. Os impactos econômicos de 2021 devem ser menores em relação a 2020. Isso porque os negócios já dispõem de meios para funcionar mesmo diante da necessidade de isolamento social. Além disso, é esperado aumento do ritmo de vacinação em razão dos novos contratos com laboratórios.

No cenário mundial, é esperada uma expressiva recuperação em relação a 2021. A projeção do PIB (Produto Interno Bruto) mundial deve ter crescimento moderado até 2021. Os países emergentes devem contribuir de maneira mais significativa. Neste cenário, a expectativa é de recuperação de crescimento médio da economia global de 3,3% ao ano, de 2022 a 2031.

Já para o PIB brasileiro, a referência aponta para um crescimento médio de 3% entre 2022 e 2031. Em relação ao PIB per capita, o crescimento deve ficar na média de 2,4% ao ano. Atualmente, o patamar é de US$ 15,6 mil e deve subir para US$ 20,6 mil em 2031. Países como México e Argentina mostram este patamar desde 2019.

O caderno indica que os investimentos devem sentir os benefícios de um ambiente de maior estabilidade econômica e da execução de algumas reformas, mesmo que sejam parciais. No curto prazo, a indústria deve ser a responsável pela recuperação, já que é esperada uma retomada mais demorada no setor de serviços. A área de infraestrutura deve diminuir gargalos logísticos e ampliar a produtividade e a competitividade econômica. Uma maior estabilidade no ambiente econômico é esperada no médio prazo. O crescimento deve ser mais substancial tanto na indústria quanto nos serviços quando houver mais confiança dos agentes.

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